• relicarium

    .eu sou eu e minhas preciosidades.

O que eu não te falei

Não sei se você percebeu, mas eu parei de te dizer certas coisas. E também guardei algumas coisas de você, como faço com meus sentimentos. Talvez seja uma recíproca involuntária à sua dificuldade em ser de verdade comigo, talvez não seja por nada mesmo. Aí, vai ver que é por isso eu não te falei … Continue lendo

de tudo que falta

Da regra, a exceção Do simples, o complexo Da incerteza, a constância Do contraste, o intenso Da saudade, a distância Do corpo, o desejo Da ausência, a presença Do sentido, o contrário Do pouco, o tudo Do tudo, o nada

Enfim, livre [ou Encerrando ciclos]

Acabou ontem. Um ano e meio de sábados ocupados, cansativos, das 8h às 16h. Apresentei meu TCC, finalmente. Agora sou especialista em Gestão da Comunicação Estratégica – seja lá o que isso signifique.

TCC e sua descombinação

Poucas coisas combinam com um TCC. Quase nenhuma, na verdade. Mas uma que definitivamente não combina é dia [ou noite, que seja] com chuva. A preguiça resultante dessa combinação é extremamente contra-indicada para quem tem que entregar o trabalho em menos de duas semanas.

‘Eu posso fazer’

Hoje, na hora do almoço: estávamos minha avó, minha mãe e eu vendo o jornal do meio-dia. Anunciaram concurso na Marinha, para homens e mulheres acima de 18 anos. ‘Eu posso fazer, tenho mais de 18’, diz vovó, com quase 70 mais 18 anos. =)

Da roubadora de livros que há em mim

Em abril, ganhei o livro “A menina que roubava livros” [de Markus Zusak] de aniversário, presente do namorado. São cerca de 500 páginas, em que a Morte conta de forma viciante a história de Liesel Meminger, uma garotinha alemã que vive na época de Hitler. Rosa e Hans Hubermman [os pais adotivos], Rudy Steiner [o … Continue lendo

Das perdas

Acho que perdi o jeito pra escrever, se é que o tive algum dia.

Da saudade

“É impossível esquecer o que vivi, É impossível esquecer o que senti” OK, OK. Tudo bem, eu admito: sou saudosista. Só que não do tipo de saudosismo triste e melancólico. Afinal, como sugere a música do Biquíni Cavadão citada aí em cima, é difícil viver carregando um cemitério na cabeça. O negócio é que não … Continue lendo

da volta

Então é assim. Ela volta a tentar escrever [e manter a freqüência de] estas cartas. Quem a conhece sabe que já se foram umas quatro ou cinco investidas nesse sentido. Mas o que a levaria a chamar a este espaço virtual o nome de relicarium? Diz ela que há três motivos-chave. O primeiro é a … Continue lendo

Continuação [atrasada] do post anterior

Então, ao chegar em casa, a moça estava, finalmente, decidida a esquecer o tal moço que não valia a pena. Resolveu ouvir música, mas cada canção tinha a melodia da voz dele. Perturbada pelas lembranças insistentes, a moça acabou adormecendo.Teimando com sua razão, até voltou algumas vezes àquela esquina. “Talvez ele ainda passe por aqui”, … Continue lendo